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22fev

Eventos de arquitetura para acompanhar em 2022

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A ArchDaily listou à seguir alguns dos principais eventos de arquitetura que estão planejados para acontecer ao longo de 2022.

22fev

Pinacoteca de São Paulo ganhará novo edifício

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O Governo de São Paulo anunciou o início das obras da Pinacoteca Contemporânea, o novo prédio da Pinacoteca de São Paulo.

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  • Planta carnívora bate recorde mundial com a maior armadilha já registrada

    Uma Dionaea muscipula cultivada por Jeremiah Harris, no Colorado, EUA, entrou para o Guinness World Records ao registrar a maior armadilha já medida na espécie. A folha modificada da planta carnívora, responsável por capturar insetos, alcançou 6,6 centímetros de largura, marca confirmada em junho de 2026. Jeremiah, presidente da Colorado Carnivorous Plant Society, já havia conquistado o mesmo título em outras duas ocasiões. O primeiro recorde veio em 2020, com uma armadilha de 5 centímetros. No ano seguinte, ele superou a própria marca ao atingir 6,1 centímetros com outro exemplar da mesma variedade. Normalmente, as armadilhas de uma dioneia variam entre 2 e 3 centímetros de largura. Desta vez, a conquista veio com a cultivar GJ Montecore, desenvolvida originalmente na Alemanha, em 2014. Jeremiah cultiva essa variedade desde 2020, mas afirma que só agora conseguiu obter uma armadilha com dimensões suficientes para superar os registros anteriores. Jeremiah Harris ao lado da dioneia que estabeleceu o novo recorde mundial, com uma armadilha de 6,6 centímetros Guinness World Records/Reprodução A dioneia é uma das plantas carnívoras mais conhecidas do mundo, graças às suas folhas modificadas em estruturas de captura, conhecidas como armadilhas, que se fecham rapidamente quando estimuladas por pequenos pelos sensoriais. Leia também Apesar de existir apenas uma espécie reconhecida, diferentes variedades cultivadas apresentam alterações de tamanho, formato e coloração, resultado de décadas de cruzamentos feitos por colecionadores e produtores. Com folhas modificadas que funcionam como estruturas de captura, as dioneias fecham suas armadilhas em resposta ao estímulo de pequenos pelos sensoriais Guinness World Records/Reprodução “Como existe apenas uma espécie de Dionaea, gosto da forma como cultivadores e criadores encontraram novas variações ao longo dos anos. Mesmo já tendo quase 500 variedades diferentes, ainda aparece algo novo a cada ano”, afirmou Jeremiah. Com 6,6 centímetros de largura, a estrutura de captura da planta carnívora se aproxima do tamanho de uma bola de beisebol em proporção visual Guinness World Records/Reprodução O cultivo de uma planta com dimensões recordistas exige cuidados específicos. Segundo o produtor, a exemplar responsável pelo novo recorde precisa de atenção constante, já que não consegue se alimentar sozinha de insetos. “Eu preciso fertilizá-la, mas com muito cuidado. Fertilizante demais pode prejudicar mais do que ajudar”, explica. Leia mais Para quem deseja cultivar dioneias maiores, ele recomenda alguns cuidados básicos: renovar o vaso anualmente, oferecer iluminação intensa, controlar a fertilização e escolher exemplares que já tenham histórico de produzir armadilhas grandes.

  • 22 ideias decorativas para usar móveis antigos em funções novas e criativas

    Um móvel antigo carrega memórias e histórias que podem ser uma ótima forma de trazer personalidade à decoração — isso sem contar a sustentabilidade de usar algo que já existe, evitando o consumo desnecessário de novos produtos. "Tem algo muito especial nos móveis herdados ou garimpados. Acho lindo quando uma casa não parece montada de uma vez só, mas construída aos poucos, com peças que contam histórias e trazem identidade", fala a arquiteta Cecília Lemos. Para ela, mobiliários antigos têm o poder de transformar o décor em narrativa. "Acredito que as casas mais bonitas são aquelas que têm memória, afeto e personalidade. E móveis antigos fazem exatamente isso", aponta. Toques afetivos dão personalidade à decoração, como a mesa de xadrez herdada da avó da moradora, composta neste canto com a cadeira de palhinha da Westwing Raiana Medina/Divulgação | Projeto do StudioDuas Arquitetura O arquiteto Thiago Manarelli, do escritório Manarelli Guimarães, sugere que, antes de adquirir qualquer peça antiga, vale observar o que já existe em casa e pode ser reutilizado de novas formas ou em outros ambientes. "Ao iniciar um projeto, primeiro garimpamos no lar da própria pessoa. Avaliamos o acervo que ela já possui, objetos carregadas de história, e selecionamos itens de sua trajetória para integrar à decoração", relata. Leia mais Adicionar Link De acordo com ele, uma peça antiga pode ser usada com uma finalidade diferente da original. Uma cadeira, por exemplo, pode virar mesa de cabeceira. "O uso muitas vezes muda. Não só modernizamos o móvel, como damos uma nova cara para ele", comenta o arquiteto. O tacho antigo serve como centro de mesa na sala da lareira Wesley Diego/Editora Globo | Projeto do próprio morador, o paisagista Carlos Leandro Reis Para encontrar itens antigos, Cecília indica procurar em antiquários, feiras, viagens e até em casas de família. "Muitas vezes uma peça esquecida tem mais alma do que algo completamente novo. Um móvel antigo bem inserido quebra a sensação de 'decoração de catálogo' e traz profundidade para os espaços", analisa. O segredo para incorporar móveis antigos no décor, segundo a arquiteta, é saber dosar a mistura. "Combinar peças antigas com elementos contemporâneos deixa tudo interessante e equilibrado. Uma cadeira antiga pode ganhar nova vida numa mesa moderna, um armário herdado pode conviver perfeitamente com arte contemporânea ou um sofá minimalista. Essa mistura cria camadas e faz a casa ter verdade", ela comenta. Junto à passagem em arco da cozinha, fica um antigo arquivo de jacarandá, restaurado por Vania Kiefer Daniela Magario/Divulgação | Produção: Paulo Carvalho/Divulgação | Projeto do arquiteto Renato Mendonça Outro ponto destacado pelos arquitetos é que nem sempre vale a pena restaurar por completo um móvel ou objeto antigo. "Às vezes, o desgaste, a madeira marcada, a palha envelhecida ou a pintura descascada fazem parte da beleza da peça. Gosto de preservar o tempo quando ele agrega charme. Mas quando a estrutura está comprometida ou o móvel precisa se adaptar ao uso atual, aí sim vale investir numa boa restauração", pontua Cecília. Leia mais Adicionar Link Para Thiago, quando o item está em boas condições, manter as características do tempo é uma ótima opção, pois elas fazem parte da sua história. "Não mandamos lixar, passar verniz, trocar tecido. É muito de bater o olho e ver para qual lugar a peça vai ser destinada e se realmente precisa passar por um restauro", afirma. Ao fundo, a cristaleira antiga, herança da avó da arquiteta, foi restaurada e suspensa na parede Julia Novoa/Divulgação | Projeto da arquiteta Ana Rossetti, do Espaço Mude Cecília comenta que, em alguns casos, também é possível fazer uma intervenção contemporânea. "Uma nova pintura, uma troca de tecido ou até um acabamento inusitado conseguem transformar completamente um móvel antigo sem apagar sua essência. Chamar um artista para elaborar uma pintura fica muito belo", sinaliza. A seguir, confira mais ideias de mobiliários reinventados! Cadeiras "apenas" decorativas A cadeira antiga do acervo dos moradores, revestida com tecido pied poule da ACB Casa, serve de mesa lateral Felipe Cuine/Divulgação | Projeto do escritório Manarelli Guimarães A cadeira de madeira com pés torneados herdada do pai da moradora, que a resgatou do lixo e a restaurou Daniela Magario/Divulgação | Projeto do escritório Estilo de Morar Penteadeiras "fora do lugar" No detalhe da suíte, penteadeira com espelho, ambos garimpados pela proprietária, funcionam como apoio lateral à cama Favaro Jr./Divulgação | Projeto do escritório Volar Interiores A peça principal do lavabo é a penteadeira antiga da moradora, transformada em bancada para apoio da cuba Ivy, da Konkre Living Design, e torneira, na Mais Revestimento André Mortatti/Divulgação | Projeto do escritório FCstudio Aparadores reinterpretados Mesa inglesa de carvalho claro, do mesmo antiquário, faz as vezes de bar, com gravuras do século 19 e uma imagem do ex-presidente francês Charles de Gaulle Romulo Fialdini/Divulgação | Projeto do designer de interiores Felipe de Almeida Na sala de estar, a antiga cômoda de madeira faz as vezes de aparador Walter Dias/Editora Globo | Projeto da arquiteta Cecília Lemos A cômoda vintage trazida de São Petersburgo, na Rússia, agora serve de aparador Olga Shangina/Divulgação | Projeto da designer russa Yulia Barashevskaya A escrivaninha é herança da avó de moradora e traz luminária Tolomeo, da Artemide Monica Assan/Divulgação | Projeto do escritório Drops Arquitetura A escrivaninha antiga foi transformada em aparador, abrigando toca-discos e uma adega abaixo Monica Assan/Divulgação | Projeto do Studio Monfré A mesa garimpada na Feira do Bixiga, em São Paulo, serve como apoio do bar Maura Mello/Divulgação | Projeto do escritório Iná Arquitetura A máquina de costura herdada da avó da moradora recebeu a tapeçaria natural da Leva Oficina para compor um cantinho cheio de afeto Paulo Hintz/Divulgação | Projeto da arquiteta Bianca Rieg Baús como mesas laterais e de centro A mesa de centro foi feita de engradado de bebidas, baú e cadeira de criança da ad.studio Andre Nazareth/Editora Globo | Projeto das designers de interiores Andrea Brito e Natália Coutinho O sofá Linares, da LZ Studio, harmoniza bem com as paredes na cor Algodão Egípcio, da Suvinil. À frente, o baú Caixote Antigo, da Casa Ocre, confere efeito rústico Juliano Colodeti/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Natália Lemos Ao lado do sofá, baú antigo de madeira da loja Tutti Casa Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Rebeca de França A cama da loja Teto ganhou companhia do baú de ferramentas de metal verde, herança família, que faz as vezes de mesa de cabeceira Gisele Rampazzo/Divulgação | Projeto do escritório Pro.a Arquitetos O living recebeu baú antigo, que funciona como mesa de apoio Keniche Santos/Divulgação | Projeto da designer de interiores Cacau Ribeiro O baú de madeira antigo, do antiquário Arnaldo Danemberg, que pertence ao acervo dos moradores, funciona como mesa de cabeceira Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Ana Moura

  • Esse hábito comum no inverno pode estar te deixando doente sem você perceber

    Nos meses mais frios do ano, manter portas e janelas fechadas para conservar o calor é um hábito comum. A prática, porém, reduz a circulação de ar dentro de casa e pode comprometer a qualidade do ambiente, com impactos para a saúde dos moradores. Sem a renovação de ar, a ventilação dos ambientes diminui, o que favorece o acúmulo de poeira, umidade e microrganismos. “Isso pode agravar quadros alérgicos e facilitar a transmissão de vírus e outros agentes causadores de infecções respiratórias, especialmente quando há muitas pessoas compartilhando o mesmo espaço”, explica Sandra Guimarães, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Segundo ela, as baixas temperaturas comprometem parte dos mecanismos naturais de defesa das vias respiratórias. Além disso, a tendência de permanecer por mais tempo em ambientes fechados e pouco ventilados aumenta o risco de gripes e resfriados. Manter a casa fechada durante o inverno pode comprometer a qualidade do ar e aumentar o risco de alergias e infecções respiratórias. A dica é abrir a janela por pelo menos 30 minutos para estimular a ventilação Freepik/Creative Commons Os sintomas podem se agravar com a retirada de cobertores e casacos que ficaram guardados por bastante tempo. “Muitas vezes, esses itens acumulam poeira e ácaros e são utilizados sem lavagem prévia, aumentando a exposição a alérgenos”, pontua Roberto Stirbulov, pneumologista da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Leia mais “Em pessoas que já têm doenças respiratórias, como a asma, essa exposição também pode desencadear crises”, ele adiciona. A entrada de luz natural contribui para tornar os ambientes mais confortáveis no inverno, já que ajuda a aquecer os espaços e reduz a sensação de frio. Além disso, incentiva a abertura das janelas, favorecendo a circulação e a renovação do ar Pexels/João Jesus/Creative Commons Para reduzir esses riscos, algumas mudanças simples na rotina e na organização da casa ajudam a melhorar a qualidade do ar durante o inverno. Saiba mais a seguir! Estimule a ventilação A ventilação é essencial para evitar o acúmulo de poeira, ácaros e fungos — os principais poluentes de ambientes internos. Uma solução eficiente é a ventilação cruzada, técnica que promove a renovação natural do ar ao criar um fluxo contínuo entre portas e janelas opostas, garantindo frescor. “Quando o ar consegue entrar por um lado da casa e sair pelo outro, essa circulação acontece de forma eficiente, levando embora calor, umidade e poluentes que ficam acumulados”, fala a arquiteta Dani Guardini, do Guardini Stancati Arquitetura + Design. Neste projeto, esquadrias de vidro e brises permitem a circulação natural do ar, favorecendo a ventilação cruzada e o conforto térmico André Scarpa/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Nitsche Arquitetos | Paisagismo de Catê Poli Além da ventilação cruzada, Dani destaca que a orientação da construção influencia a circulação do ar. Segundo ela, aproveitar os ventos predominantes e dimensionar corretamente portas e janelas favorece a renovação dos cômodos. Mesmo que a casa não tenha sido projetada levando em consideração a ventilação cruzada, os especialistas sugerem que os moradores abram as janelas por pelo menos 30 minutos para estimular a circulação do ar. A radiação solar aquece naturalmente os ambientes, reduzindo a sensação de frio. Além disso, ajuda a reduzir a umidade, dificultando a proliferação de fungos e mofo Tuca Reinés/Divulgação | Projeto do escritório Sandra Sayeg Arquitetura Valorize a luz solar Dani destaca a importância de planejar o projeto arquitetônico desde a implementação, levando em conta a posição da casa em relação ao sol. “Quando os ambientes recebem uma boa incidência de luz solar, eles ficam naturalmente agradáveis no inverno, o que incentiva a abertura das janelas por mais tempo”, analisa. Para quem está projetando uma casa do zero, vale considerar a orientação solar durante o inverno. "A arquitetura deve criar cômodos que favoreçam a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida", afirma Dani. O projeto da Casa Cigarra avaliou a orientação dos ventos e a incidência solar do terreno para definir o posicionamento da construção visando o melhor aproveitando da luz e da ventilação cruzada Pedro Mascaro/Divulgação | Projeto do escritório FGMF Para casas já projetadas, deixe persianas e cortinas abertas em espaços que recebem a luz do sol em alguma parte do dia. Planeje o layout interno Ainda na organização interna, procure manter os cômodos desobstruídos. Evite o excesso de móveis e divisórias que possam interferir na circulação do ar. “Ambientes fechados ou com muitos obstáculos dificultam a passagem do ar. Já espaços integrados permitem que o fluxo percorra a casa com facilidade”, diz Dani. Ambientes amplos, com poucos obstáculos e pé-direito elevado, facilitam o fluxo de ar e ajudam na ventilação natural da casa Jp Image/Divulgação | Projeto do escritório Meneghisso & Pasquotto Arquitetura O pé-direito mais alto também favorece a circulação natural do ar, visto que o ar quente tende a subir. Lembre-se da umidificação Durante o inverno, a umidade do ar tende a ficar baixa e o ar seco pode provocar irritação das vias respiratórias, tosse e sangramento nasal. “Manter a umidade do ar em níveis adequados ajuda a evitar o ressecamento das mucosas das vias respiratórias, preservando uma importante barreira de defesa do organismo contra vírus, bactérias e outros agentes infecciosos”, ressalta Sandra. A baixa umidade do ar resseca as mucosas das vias respiratórias, reduzindo uma das principais barreiras de defesa do organismo contra vírus e bactérias. Por isso, é recomendado o uso de umidificadores, que ajudam a manter o ar mais saudável dentro de casa Magnific/pvproductions/Creative Commons Mas alguns cuidados devem ser tomados. Umidificadores ou técnicas caseiras (como balde de água ou toalha úmida) devem ser utilizadas apenas quando a umidade do ar estiver próxima ou menor que 40%. “Quando a umidade do ambiente já está adequada, o uso indiscriminado do umidificador pode favorecer a proliferação de fungos e outros microrganismos”, explica Roberto. Leia mais Além disso, no caso de umidificadores, lembre-se de fazer a limpeza do equipamento para que ele não se torne um dispersor de microrganismos. Manter a casa limpa reduz a concentração de poeira, ácaros e outros alérgenos que tendem a se acumular durante o inverno Pexels/Ron Lach/Creative Commons Mantenha a faxina em dia A limpeza frequente da casa também ajuda a reduzir a concentração de poeira e outros alérgenos que se acumulam com facilidade durante o inverno. Para evitar que essas partículas se espalhem, prefira retirar o pó com um pano úmido, em vez de panos secos ou espanadores. Outro cuidado importante é com cobertores, mantas e casacos que permaneceram guardados: eles devem ser lavados antes de voltar ao uso. Casacos pesados, mantas e cobertores que ficam muito tempo guardados devem ser bem higienizados antes de retomar o uso no inverno Pexels/Arina Krasnikova/Creative Commons Além dos cuidados da casa O médicos lembram que a saúde no inverno vai além de cuidados com o lar. “A vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção das doenças respiratórias”, reforça Roberto. Ainda segundo ele, os efeitos do ar seco podem ser amenizados por outros hábitos. “É importante lembrar que a melhor forma de manter as vias respiratórias hidratadas é beber água. A hidratação do organismo é mais eficiente do que a umidificação do ambiente para proteger a mucosa respiratória”, ele completa.

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